Obesidade Controlada

Dicas, matérias atualizadas…

ENDOCRINOLOGIA – GLICEMIA MAL CONTROLADA NA INFÂNCIA PODE LEVAR AO PRÉ-DIABETES, DIABETES MELLITUS TIPO 2 E OUTROS FATORES DE RISCO CARDIOMETABÓLICOS (SOBREPESO, OBESIDADE, OBESIDADE ABDOMINAL, OBESIDADE CENTRAL, OBESIDADE VISCERAL, DISLIPIDEMIA, HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA E UMA SÉRIE DE DISTÚRBIOS CARACTERÍSTICOS DA SÍNDROME METABÓLICA) NO ADULTO JOVEM

Foi publicado em 29 de dezembro de 2009, uma pesquisa que mostra que a glicemia mal controlada na infância, pode levar ao pré-diabetes, diabetes mellitus tipo 2 e outros fatores de risco cardiometabólicos no adulto jovem (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral, dislipidemia, hipertensão arterial sistêmica e uma série de distúrbios característicos da síndrome metabólica), de acordo com resultados do Estudo Cardíaco Bogalusa (Bogalusa Heart Study) relatado no Cuidados com Diabetes (Diabetes Care) em 15 de dezembro de 2009.

“O diabetes mellitus tipo 2 é precedido por um estado pré-diabético ligado a uma relativa resistência à insulina associada a aumentos discretos nos níveis de glicose no sangue, apesar da hiperinsulinemia” segundo Quoc Nguyen Manh, MD, MPH, e colegas do Centro de Saúde Cardiovascular Tulane em Nova Orleans, Louisiana. “Vários estudos têm indicado que a hiperinsulinemia/resistência à insulina está associada a fatores de risco cardiometabólicos ,(sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral, dislipidemia, hipertensão arterial sistêmica e uma série de distúrbios característicos da síndrome metabólica). Foi constatado anteriormente e nós também constatamos, que as elevações de insulina e glicemia persistem ao longo do tempo em crianças e adultos”.

O objetivo do estudo foi avaliar a importância do controle da glicose na infância (glicose, insulina e índice de resistência à insulina) de levar ao pré-diabetes, diabetes mellitus tipo 2 e outros fatores de risco cardiometabólicos ,( sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral, dislipidemia, hipertensão arterial sistêmica e uma série de distúrbios característicos da síndrome metabólica) na idade adulta.

A pesquisa foi efetuada com 1058 indivíduos normoglicêmicos, 37 indivíduos pré-diabéticos e 25 com diabetes mellitus tipo 2 com idade variando entre 19 e 39 anos. O acompanhamento destes indivíduos se iniciou na infância e teve um seguimento em média por 17 anos.

Pelo menos metade dos indivíduos que apresentavam o controle da glicose levemente variável na infância, na fase adulta chegaram a 60% de adultos jovens com controle de glicose alterado. Os fatores que mais facilitaram a avaliação de futuras alterações do controle da glicose na fase adulta foram a mudança do índice de massa corporal (IMC) da infância à idade adulta, seguido pelos níveis de glicose e insulina na infância.
As crianças que apresentaram um controle de insulina moderadamente variável, tinham mais chances de serem adultos pré-diabéticos e foram os mais propensos a ter diabetes mellitus tipo 2 e aumento de colesterol total e baixa de HDL-colesterol (bom colesterol). As crianças que apresentavam o controle de glicose levemente variável, também tiveram taxas significativamente maiores de hiperglicemia, hipertrigliceridemia e síndrome metabólica ,( sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral, dislipidemia, hipertensão arterial sistêmica e uma série de distúrbios característicos da síndrome metabólica).

“Níveis adversos de controle de glicose na infância , persistem na vida adulta e sugerem que os estes indivíduos se tornarão pré-diabéticos ou apresentarão diabetes mellitus tipo 2 e estão relacionados com fatores de risco cardiometabólicos (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral, dislipidemia, hipertensão arterial sistêmica e uma série de distúrbios característicos da síndrome metabólica)”.
Esta pesquisa teve como objetivo avaliar a importância do controle da glicose (glicose e insulina) na infância para prever a possibilidade do desenvolvimento de pré-diabetes, diabetes mellitus tipo 2 e fatores relacionados com riscos cardiometabólicos (sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral, dislipidemia, hipertensão arterial sistêmica e uma série de distúrbios característicos da síndrome metabólica) na fase adulta.

DR. JOÃO SANTOS CAIO JR.
CRM:20611
ENDOCRINILOGISTA
SÃO PAULO

DRA. HENRIQUETA V. CAIO
CRM:28930
ENDOCRINOLOGISTA
SÃO PAULO

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
Notícias Autor: Laurie Barclay, MD
CME Autor: Hien T. Nghiem, MD

23 de Março de 2010 Posted by | Uncategorized | Deixe o seu comentário

Incor busca voluntários para estudar efeitos do vinho

Incor busca voluntários para estudar efeitos do vinho

São Paulo – O Instituto do Coração (Incor) do Hospital das Clínicas de São Paulo está recrutando homens, com idade entre 50 e 75 anos, para participar de pesquisa que avaliará os possíveis efeitos benéficos do vinho tinto sobre o coração e o envelhecimento.
Podem se inscrever homens que bebem vinho tinto regularmente, como parte de seu estilo de vida e homens abstêmios, ou seja, que não ingerem qualquer bebida alcoólica. É oferecido um check-up cardiológico aos participantes, como parte do estudo.

As informações e inscrições pode ser feitas pelo telefone 11-3069-5510
Solange Spigliatti

Fonte:Agencia Estado
Site Uol Saude


19 de Março de 2010 Posted by | Uncategorized | Deixe o seu comentário

Nutrição –O que ocorre no processo de Ansiedade


Qualquer pessoa, em uma ou outra ocasião, passa por fases de preocupação e medo, mas quando a ansiedade é crônica, torna-se um problema clínico que deve ser comunicado ao médico. Embora se trate de uma situação psicológica, a ansiedade manifesta-se por sintomas físicos, sendo cada vez em maior número as opiniões médicas de que a dieta pode ajudar a aliviar, ou mesmo eliminar,alguns desses sintomas.


Entre os sintomas físicos, contam-se secura na boca, sudorese, dificuldade respiratórias, palpitações, tonturas, dores no peito, diarréia e fadiga. A ansiedade pode chegar a debilitar o sistema imunológico.


Carência de magnésio e vitamina B6 estão associadas com o aumento da ansiedade. Sob tensão (estresse), o organismo consome rapidamente as suas reservas de vitamina C, e as pessoas que sofrem de ansiedade crônica podem ser beneficiadas com o aumento da ingestão desta vitamina. Assim, é essencial ter uma alimentação equilibrada e fazer refeições regulares. Evitar comer pode não só conduzir a um aumento da ansiedade, como ao risco de surgirem outros problemas de saúde, especialmente aqueles que se relacionam com a digestão, como azia.


A cafeína, presente no café, no chá preto, chá mate , em bebidas a base de cola e no chocolate preto, é um estimulante. Em pequenas quantidades pode estimular o desempenho fisíco e mental, mas em quantidades maiores provoca agitação, particularmente nas pessoas sensíveis á cafeína.


As pessoas que sofrem de ansiedade procuram frequentemente alívio através de uma bebida alcoólica, mas com isso agravam o problema, em vez de melhorar. Muitas pessoas chegam a pensar que o ÁCOOL é um estimulante, quando na verdade é um depressivo. De fato, durante a fase de privação, que ocorre 6 a 12 horas depois da ingestão de álcool, quando os níveis de açúcar estão baixos, a pessoas ficam mais sensíveis a crises de ansiedade.


O leite com açúcar pode na verdade vencer a ansiedade. Contém uma minoácido presente no leite, o triptofano, e carboidratos sob a forma de açúcar. O triptofano estimula a produção de um outro composto (a serotonina) que acalma e ajuda a induzir o sono.


O açúcar participa de forma indireta no processo de relaxamento . quandoo se ingere açúcar, libera-se insulina, que interfere com outros aminoácidos, permitindo ao triptofano um acesso mais fácil ao cérebro, provocando a liberação de mais serotonina, originando um estado calmo. Mas lembre-se que não é recomendado consumir em excesso e pessoas diabéticas devem restringir totalmente da sua dieta.


Alimentos que ajudam a aliviar a ansiedade:


• Carne, ovos, queijo, nozes e verduras, que são boas fontes de viversas vitaminas do complexo B;


• Cítricos ( laranja, abacaxi, morango,limão) por causa da vitamina C;


• Bebidas de leite adoçadas ( com quantidade mínima de açúcar).


Alimentos que devem ser evitados em um quadro de ansiedade:


• Café, chá preto, chá mate, bebidas a base de colas (coca-cola), que contém cafeína;


• Cacau e chocolate,


• Álcool (bebidas álcoolicas)

Edna Arenas Barbosa


CRN:14329

10 de Março de 2010 Posted by | Uncategorized | Deixe o seu comentário

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: A PREVALÊNCIA DA OBESIDADE (SOBREPESO, OBESIDADE ABDOMINAL, OBESIDADE CENTRAL, OBESIDADE VISCERAL, DIFICULDADE DE PERDER PESO) NA INFÂNCIA É MUNDIALMENTE RECONHECIDA COMO UM PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA


As taxas de prevalência crescente de obesidade (sobrepeso, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral, dificuldade de perder peso) na infância, são mundialmente reconhecidas como um problema de saúde pública marcante, que compromete a saúde das crianças consideravelmente. Este fenômeno, geralmente ocorre no mundo ocidental, altamente industrializado e é muitas vezes descrito como uma epidemia. A taxa de prevalência de sobrepeso (obesidade, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral, dificuldade de perder peso) é de 15% entre 3 a 17 anos de idade, com cerca de 6% de obesos (sobrepeso, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral, dificuldade de perder peso). Há provas contundentes de que o sobrepeso e a obesidade (sobrepeso, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral, dificuldade de perder peso) estão associados a um risco aumentado de comprometimento da saúde e a expectativa de vida reduzida. Embora a população adulta seja a mais afetada pelo comprometimento da saúde e mortalidade elevada, há uma série de importantes co-morbidades que aparecem cada vez mais durante a adolescência.


O fato é que a obesidade (sobrepeso, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral, dificuldade de perder peso) é uma condição importante no comprometimento da qualidade de vida na infância. Condições crônicas de saúde exigem avaliação detalhada do comprometimento da saúde e tratamento de impacto para evitar a diminuição da sobrevida das crianças. È importante se avaliar o estado clínico e a influência do tratamento da doença da criança, para melhorar sua qualidade de vida. Uma vez que a probabilidade de conseguir uma considerável perda de peso, em longo prazo, se mostre pequena, deve-se enfatizar o desenvolvimento físico, desenvolvimento emocional e vantagens sociais de pequenas perdas de peso, podem estimular o tratamento de perda de peso das crianças.


DR. João Santos Caio Jr


CRM: 20611


Dra.Henriqueta V. Caio


CRM: 28930

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

De BMC Public Health

Nora Wille; Michael Erhart; Christiane Petersen; Ulrike Ravens-Sieberer

Autores e Divulgações

Posted: 05/15/2009; BMC Public Health © 2008 Wille et al; licenciado BioMed Central Ltd

10 de Março de 2010 Posted by | Uncategorized | Deixe o seu comentário

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: IMPACTO DO SOBREPESO (OBESIDADE, OBESIDADE ABDOMINAL, OBESIDADE CENTRAL, OBESIDADE VISCERAL, DIFICULDADE DE PERDER PESO) NA QUALIDADE DE VIDA NA INFÂNCIA AINDA É LIMITADO

Ainda é limitado o conhecimento do impacto do sobrepeso (obesidade, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral, dificuldade de perder peso) na qualidade de vida na infância. Uma razão para isto é, que a pesquisa da qualidade de vida na infância tem sido negligenciada. Além disso, as taxas de prevalência marcante do sobrepeso (obesidade, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral, dificuldade de perder peso), são parte de uma tendência que não recebeu muita atenção até a década passada. No entanto a qualidade de vida é de particular interesse em jovens com sobrepeso (obesidade, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral, dificuldade de perder peso), dado que em idades mais jovens, os prejuízos psicossociais são mais freqüentes do que doenças que acompanham o sobrepeso (obesidade, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral, dificuldade de perder peso). Portanto uma avaliação criteriosa do prejuízo global associada com sobrepeso (obesidade, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral, dificuldade de perder peso), é especialmente importante nesta faixa etária.

Vários estudos em crianças e adolescentes têm mostrado um impacto negativo de sobrepeso (obesidade, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral, dificuldade de perder peso), na qualidade de vida das crianças e adolescentes. Em contraste com o excesso de peso associado à deficiência em adultos, que afeta principalmente o bem estar físico, os resultados indicam um tipo diferente de impacto em grupos etários mais jovens. Além de avaliações mais pobres do estado de saúde subjetivo, limitações nas dimensões psicossociais de qualidade de vida foram encontradas. Na clínica foram encontrados prejuízos consideráveis e principalmente em relação ao domínio do funcionamento social.

Dado que a investigação em adultos com sobrepeso (obesidade, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral, dificuldade de perder peso), demonstra que a qualidade de vida varia de acordo com a procura do tratamento e a intensidade do mesmo, portanto são necessários conhecimentos mais detalhados sobre a qualidade de vida de crianças que fazem o tratamento necessário. Consultas programadas desempenham um papel importante nos cuidados de saúde, não estando somente relacionados a custos mais baixos, mas é mais fácil de integrar na vida dos pacientes e, portanto é a opção de tratamento mais realista, para a maioria das crianças com sobrepeso (obesidade, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral, dificuldade de perder peso).

A fim de compreender melhor a qualidade de vida e bem estar dos pacientes jovens com excesso de peso, estudaram-se duas questões relacionadas com os cuidados adequados e o tratamento:

1. Quais deficiências específicas estão associadas com sobrepeso (obesidade, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral, dificuldade de perder peso) neste grupo de tratamento;

2. Como é que o tratamento das crianças influencia na qualidade de vida das mesmas.

Dr. João Santos Caio Jr

CRM: 20611

Dra. Henriqueta V. Caio

CRM:28930

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

De BMC Public Health

Nora Wille; Michael Erhart; Christiane Petersen; Ulrike Ravens-Sieberer

Autores e Divulgações

Posted: 05/15/2009; BMC Public Health © 2008 Wille et al; licenciado BioMed Central Ltd

10 de Março de 2010 Posted by | Uncategorized | Deixe o seu comentário

ENDOCRINOLOGIA-Nutrição – COLESTEROL: Como a alimentação pode ajudar a diminuir as Câimbras UM TORMENTO QUE SÓ QUEM TEVE PODE DIZER.






Câimbras são caracterizadas por contrações musculares involuntárias, acompanhadas de fortes dores. Ocorrem principalmente nos braços e pernas.

Cãimbras são espamos doloridos que afetam principalmente os músculos das pernas e dos pés. Uma cãimbra geralmente desaparece após alguns minutos. No entanto, a massagem e o alongamento podem acelerar a sensação de alívio e certos tipos de alimentos tais como: banana, damasco, nozes, semente de girassol suco de potame ou de frutas cítricas (laranja, morango, kiwi, limão, abacaxi, tangerina,mixirica) também ajudam a prevenir a ocorrência de cãimbras futuras por serem ricos em potássio, isto a Nutrição pode fazerpor você.

A cafeína e a nicotina constringem os vasos sanguíneos, diminuindo assim a circulação para os músculos e contribuino para o aparecimento de cãimbras, as pessoas que têm aumento do colesterol total, aumento do mal colesterol (LDL), aumento de triglicérides, têm um agravamento do problema.

Dentre as pessoas com maiores chances de sofrerem de câimbras nas pernas estão os atletas, que queimam suas reservas de glicogênio através da atividade física intensa e perdem potássio e sal através da transpiração excessiva; indivíduos em tratamento para hipertensão, diabetes que estejam tomando medicamentos bloqueadores dos receptor-Beta ou alguns diuréticos, que aumentam a eliminação de potássio; e mulheres nos últimos meses de gravidez, que também eliminam grandes quantidades de potássio na urina.

Pessoas acamadas ou que permanecem sentadas por longos períodos de tempo geralmente sofrem de câimbras nas pernas.

Algumas pessoas acordam durante a noite com a contração dos músculos da perna; outras sofrem com uma sensação de dor perturbadora, que os médicos denominam de “Síndrome do Cansaço nas Pernas”. Alguns remédios que afetam o sistema nervoso central podem causar este problema. Em alguns casos, medicamentos podem ajudar ou levantar, mudar de posição pode proporcionar algum alívio.

Além das medidas dietéticas, os exercícios físicos regulares para tonificar os músculos e a melhora da circulação é um grande aliado contra as câimbras.

Acredita-se que a causa básica da câimbra seja uma hiperexcitação dos nervos que estimulam os músculos. Essa normalmente é causada por:

– Atividade física vigorosa (câimbra pode ocorrer durante ou após o esforço)
– Desidratação (atenção para quem usa diuréticos)
– Alterações hidroeletrolíticas, principalmente depleção de cálcio e magnésio.
– Gravidez (normalmente secundário a magnésio baixo)
– Como autoproteção após uma fratura óssea, por exemplo.
– Alterações metabólicas como diabetes, hipotireoidismo, alcoolismo e hipoglicemia ou diabetes.
– Doenças neurológicas com Parkinson, doenças do neurônio motor e doenças primárias dos músculos (miopatias)

– Longos períodos de inatividade, sentado em posição inadequada.
– Alterações estruturais como pé chato e o genu recurvatum (hiperextensão do joelho)
– Insuficiência renal em hemodiálise e cirrose hepática.
– Deficiência de vitamina B1, B5 e B6
– Anemia




Dr João Santos Caio Jr
Endocrinologista
CRM:20611

Dr Henriqueta V Caio
Endocrinologista
CRM:28930

8 de Março de 2010 Posted by | Uncategorized | Deixe o seu comentário

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: SEGUNDO AS ÚLTIMAS ESTATÍSTICAS CERCA DE 1 EM CADA 3 CRIANÇAS


ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: SEGUNDO AS ÚLTIMAS ESTATÍSTICAS CERCA DE 1 EM CADA 3 CRIANÇAS COM IDADES ENTRE 6 E 19 ANOS TÊM SOBREPESO (OBESIDADE, OBESIDADE ABDOMINAL, OBESIDADE CENTRAL, GORDURA INTRA-ABDOMINAL, DIFICULDADE DE EMAGRECER, DIFICULDADE DE PERDER PESO)

Segundo as últimas estatísticas efetuadas, cerca de 1 em cada 3 crianças com idades entre 6 e 19 anos apresentam sobrepeso (obesidade, obesidade abdominal, obesidade central, gordura intra-abdominal, dificuldade de emagrecer, dificuldade de perder peso), esta é uma receita para um desastre mundial iminente, que deve ser abordado e tomadas providências antes que seja tarde demais.

Várias destas crianças sofrerão mais tarde na vida com problemas relacionados ao sobrepeso (obesidade, obesidade abdominal, obesidade central, gordura intra-abdominal, dificuldade de emagrecer, dificuldade de perder peso), como diabetes, doença cardíaca, hipertensão arterial sistêmica, aumento do colesterol total, aumento do mal-colesterol, muitos chegarão a morrer mais jovens que seus pais.

Reconhecendo a gravidade do problema, a comunidade mundial está lançando um programa contra o sobrepeso (obesidade, obesidade abdominal, obesidade central, gordura intra-abdominal, dificuldade de emagrecer, dificuldade de perder peso) infanto-juvenil, que não deixa de ser um programa ambicioso começando pelo estímulo da atividade física nesta faixa etária, evitando o sedentarismo. Com isto se evitaria este grande problema de saúde pública que é o sobrepeso (obesidade, obesidade abdominal, obesidade central, gordura intra-abdominal, dificuldade de emagrecer, dificuldade de perder peso) na próxima geração, com modificações dos hábitos de vida.

Outro estímulo é ajudar os pais a escolheres alimentos mais saudáveis para seus filhos, incluindo os servidos nas escolas.

Os líderes empresariais defensores da saúde aderiram à campanha e foi criada uma força-tarefa que tem como objetivo criar novas campanhas para reduzir o sobrepeso (obesidade, obesidade abdominal, obesidade central, gordura intra-abdominal, dificuldade de emagrecer, dificuldade de perder peso) infanto-juvenil.

Especialistas acreditam que um ambiente escolar saudável, ajudaria a manter as crianças numa faixa de nutrição correta. A maioria das crianças consome a metade de suas necessidades calóricas diárias nas escolas. Muitos não recebem níveis recomendados de frutas, legumes, grãos integrais e produtos com baixo teor de gordura.

As escolas podem ajudar mais os pais oferecendo alimentos mais nutritivos e menos calóricos, embora o controle do sobrepeso (obesidade, obesidade abdominal, obesidade central, gordura intra-abdominal, dificuldade de emagrecer, dificuldade de perder peso) infanto-juvenil deva começar na residência da criança, com orientação dos pais. Os pais devem sempre se lembrar de evitar levar os filhos em fast-food porque o tipo de alimento que oferece não é nutritivo.

NOSSA OPINIÃO: fica bem claro o controle alimentar que as crianças devem começar a ter desde cedo em seus lares e pouco mais adiante nas escolas, sempre estimulando também desde cedo a atividade física.

DR. JOÃO SANTOS CAIO JR.
CRM:20611

ENDOCRINOLOGISTA

SÃO PAULO

DRA. HENRIQUETA V. CAIO
CRM:28930

ENDOCRINOLOGISTA

SÃO PAULO

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

GOVERNO AMERICANO – MICHELLE OBAMA

THE PHILADELPHIA INQUIRER – OPINION

3 de Março de 2010 Posted by | Uncategorized | Deixe o seu comentário

1 em cada 6 adolescentes é obeso!!!

Embora os dados recentes sugiram um nivelamento da obesidade, 1 em cada 6 adolescentes é obeso!!!

Em 10 de fevereiro de 2010 foram publicados os dados de uma pesquisa científica efetuada a longo prazo com 5.000 crianças, que demonstra que a obesidade (sobrepeso, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral, gordura intra-abdominal, dificuldade para emagrecer) na infância, mais que duplica o risco de morrer antes dos 55 anos.

A obesidade em crianças é um problema que deve ser levado a sério. Embora os pesquisadores já soubessem deste problema por anos, esta pesquisa é a confirmação definitiva dos riscos da obesidade (sobrepeso, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral, gordura intra-abdominal, dificuldade para emagrecer) na criança.

O que esta pesquisa mostra, em particular, é o excessivo número de mortes prematuras causadas em adultos, pela obesidade (sobrepeso, obesidade abdominal, obesidade central, obesidade visceral, gordura intra-abdominal, dificuldade para emagrecer) quando criança.

Embora os dados recentes sugiram um nivelamento da obesidade, 1 em cada 6 adolescentes é obeso.

DR. JOÃO SANTOS CAIO JR
CRM:20611

ENDOCRINOLOGISTA

SÃO PAULO

Dra. HENRIQUETA V. CAIO
CRM:28930

ENDOCRINOLOGISTA

SÃO PAULO

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

POR KATHLEEN DOHENY

WebMD Health News

Reviewed By LOUISE CHANG. MD

William C. Knowler, MD, DrPH, diz WebMD- chefe de Epidemiologia do Diabetes e Seção de Pesquisa Clínica do Instituto Nacional de Diabete e Doenças Digestivas e do Rim.

25 de Fevereiro de 2010 Posted by | Uncategorized | Deixe o seu comentário

Nutrição – O consumo de Alimentos Crus.

Os alimentos na sua forma natural (crus) sem passar por qualquer tipo de cozimento, fervura ou vapor preservam as propriedades originais, principalmente as vitaminas.
Os alimentos crus possuem uma quantidade elevada de água, fibras e nutrientes do que os que são cozidos. São digeridos com mais facilidade.
Muitas são as doenças causadas pela ingestão de alimentos crus. Entre as mais conhecidas, estão a teníase, a cisticercose e a difilobotríase (parasitoses intestinais).
Durante o preparo dos alimentos pode ocorrer sua contaminação. A adoção de práticas adequadas de higiene pode reduzir esse risco. Durante a preparação dos alimentos, devem ser adotadas medidas preventivas a fim de minimizar o risco de contaminação cruzada (parasitas). Deve-se evitar o contato direto ou indireto entre alimentos crus, redobrar os cuidados no modo de preparo, conservação
Devemos ressaltar que o consumo de verduras e legumes crus ajuda no bom funcionamento do intestino por serem ricos em fibras, aumentando assim o tempo de saciedade do organismo; diminuindo a fome.

25 de Fevereiro de 2010 Posted by | Uncategorized | Deixe o seu comentário

Nutrição – Como prevenir a Constipação Intestinal.

 

    

A saúde intestinal está altamente relacionada com a nossa qualidade de vida e principalmente com o nosso estilo de vida. É extremamente importante que se tenha hábitos alimentares saudáveis e praticar exercícios físicos regularmente.

Acostume seu organismo a funcionar em um horário específico, procure estabelecer horários para evacuar; desenvolva o hábito de ir ao banheiro em horário especifico e de preferência mais de uma vez ao dia.
Faça exercícios físicos pelo menos três vezes por semana e beba muita água;  Ingerir muitos líquidos, torna o bolo fecal maior e mais fácil de ser eliminado. Os líquidos funcionam como lubrificantes, ajudando no deslocamento das fezes.
Prefira a ingestão de alimentos ricos em fibras, como pães integrais, batatas cozidas com casca, legumes e verduras cruas, frutas secas ou com a polpa e/ou a casca;
Mastigar bem os alimentos e não faça refeições com pressa;
Evite refrigerantes mesmo os sem açúcar; e o açúcar consuma de preferência o Mascavo, porém em pequenas quantidades;

Consuma bastantes fibras tais como ameixa preta, laranja com bagaço, verduras verduras-escuras, saladas cruas em geral, mamão, aveia, etc…

Reduza o consumo de carnes vermelhas; por ser de difícil digestão o que torna difícil para eliminação do bolo fecal;

Use produtos integrais, sempre que possível fuja dos refinados;

Farelos amarelos e os vegetais acabam funcionando como laxantes naturais.  Mastigar bem os alimentos e não faça refeições com pressa;
 Os laxantes à base de plantas naturais ou comprados em farmácias somente devem ser ingeridos em situações de emergência e de curto prazo.

 

Edna Arenas Barbosa

Nutricionista

CRN 14329

25 de Fevereiro de 2010 Posted by | Uncategorized | Deixe o seu comentário

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